Gay, gordo e feliz




Adrian Lourie, fundador e editor da meatzine, aquela revista que lançou o calendário 2018 com homens fora do padrão, disse que a publicação produziu "algo um pouco diferente".

Parece que homens perfeitos e de abdomens cinzelados não fazem nada por nossa auto-estima e a imagem que fazemos do nosso corpo.

O calendário da Meat também tem o objetivo de trazer a tona o impacto, freqüentemente negligenciado, do vergonha corporal entre os homens gays.

Uma pesquisa da revista British Attitude, feita em janeiro de 2017 co de 5.000 homens homossexuais realizada pela descobriu que 49 por cento disseram que estavam "infelizes" com seus corpos, e outros 10 por cento se descreveram como "muito infelizes" com seus corpos.

O preconceito baseado no peso é especialmente comum entre homens homossexuais. Em outro estudo com 215 homens gays, com idade entre 18 e 78 anos. avaliaram o viés anti-gordo (antifat) que refere-se à suposição pelos outros de características de personalidade com base em uma avaliação da pessoa gorda.

Mais de um terço dos homens homossexuais, muitos dos quais não estavam com excesso de peso usando diretrizes comuns de índice de massa corporal (IMC), relataram ter experimentando antifat.

O tipo mais comum de Antifat relatado foi a rejeição de potenciais parceiros românticos com base no peso.

Outro estudo comparou as expectativas de estudantes de faculdade, homossexuais e heterossexuais do viés antifat no encontro com um potencial parceiro romântico.

Os homossexuais relataram maior probabilidade em acreditar que um homem com excesso de peso seria descaradamente ignorado, tratado rudemente ou zombado pelas costas se ele se aproximasse de um atraente parceiro romântico.
Esses estudos sugerem que o viés antifat é um desafio para muitos membros da comunidade gay, mesmo aqueles que não são tecnicamente com excesso de peso.

Além disso, homens homossexuais esperam que outros homens homossexuais demonstrem esses distúrbios antifat quando se procura um parceiro romântico.
No fim é tudo sobre estereótipos que estão na nossa cabeça muito mais que na nossa cintura.

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