O que falta?




Somos a primeira geração depois da revolução sexual a entrar na meia idade e parece que ainda estamos atordoados sem entender nada.

Ainda não sabemos nada sobre amor e relacionamentos.

Você ja assistiu ao filme Ninfomaníaca de Lars Von Trie?
 
É uma história forte, ousada e complexa sobre uma mulher que vive intensamente o sexo, chamada Joe.

Joe se ferra no filme quando tenta assumir o que ela não é: mãe, esposa e companheira.
Como Joe não sabemos mais que papel.
Não sabemos mais nos relacionar sem machucar a nós mesmos e aos outros.
A maior parte de nós ainda confunde amor, sexo e paixão.
Quando a paixão acalma ninguém tem dúvida de gritar: O PRÓXIMO!
Na verdade não estamos procurando uma pessoa para nos relacionar.
Estamos procurando nosso amor próprio perdido.

ENTÃO? 
O QUE FALTA?

Falta entender que não nos relacionamos com espelhos. Nunca fomos tão individualistas.
Não nos relacionamos com nossos próprios sentimentos, com nossas impressões sobre pessoas, com as expectativas em relação ao outro.
Esquecemos que nos relacionamos com pessoas diferentes de nós.
Esquecemos que relacionamentos amorosos são uma construção conjunta e precisa de ajustes constantes. 

Não existe nada no mundo perfeito.


Nem você é! Nem eu!

Estamos tentando nos relacionar e ainda carregamos crenças de que “todo mundo trai”, “é difícil encontrar alguém”, e que o príncipe / princesa um dia vai chegar.

Como é possível algo bom e verdadeiro, como o amor, sair disso?

PERGUNTE-SE:

Qual sentimento falta eu ter por mim mesmo?

O que eu procuro no outro?

O que falta na minha vida, e que não depende de ninguém?

Diferente do tempo, que falta e parece correr cada vez mais rápido, relacionamentos ainda exigem longos períodos de entrega, confiança e vulnerabilidade.

É preciso de tempo para as coisas se completarem.


Achou difícil responder as perguntas acima? 

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